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11 agosto 2010

Novo fenômeno da internet, as "e-drugs" invadem a França

Notícia divulgada pelo site TERRA
11 de agosto de 2010 • 06h02 • atualizado às 06h58

Um novo fenômeno da internet começou a ganhar força na França com o nome de 'e-drugs', ou drogas digitais sonoras, com efeitos ainda desconhecidos.

As 'e-drugs' se baseiam em um fenômeno neurológico que consiste na emissão de sons diferentes em cada ouvido e que estimula o cérebro, produzindo sensações de euforia, estados de transe ou de relaxamento. As sessões possuem entre 15 e 30 minutos de sons que podem ser obtidos em sites especializados a preços que variam de sete a 150 euros e transmitem sensações fora do comum aos usuários.

A imagem do consumo desta 'droga', por exemplo, um menino tombado na cama de seu quarto escutando música, está longe das provocadas por substâncias que fazem parte da lista de entorpecentes. Estes produtos nasceram nos Estados Unidos, mas o sucesso e as novas tecnologias os espalharam rapidamente pelo resto do mundo, o que despertou o alerta de certos setores, apesar de alguns analistas acreditarem que não existe risco de dependência.

09 agosto 2010

HISTÓRIAS VERÍDICAS DE SUPORTE À INFORMÁTICA

Esta é uma coletânea com casos verdadeiros ocorridos em suportes de informática, nas mais diversas partes do mundo, enviados pelos mais diversos colaboradores aos mais diversos grupos de discussão. Se você se acha ignorante em computadores, leia as histórias abaixo…

01.A Compaq está pensando em mudar o comando “Press Any Key” (“Pressione Qualquer Tecla”) por causa da enxurrada de consultas técnicas perguntando sobre onde fica a tecla “Any”.

02.Uma usuária desesperada chamou a Dell porque não conseguia ligar seu computador. Depois de se assegurar que o havia ligado na tomada, o técnico perguntou-lhe o que acontecia quando ela apertava o botão de ligar. Ela respondeu que pisava e pisava no pedal e nada acontecia. O pedal era o mouse.

03.Certo dia, uma pessoa foi se matricular em MS-DOS e quando leu o prospecto fez a célebre indagação à atendente: “Eu posso fazer MS dois? Eu nem fiz o um !”

04.Cliente liga dizendo que seu porta-copos está estragado.
Técnico: “Como assim: ‘porta-copos’ ? ”
Cliente: “O porta-copos não esta agüentando o peso do copo e empenou.”
Técnico: “Olha, o micro não tem ‘porta-copos’. Acho melhor você trazer o micro aqui então.” Ao chegar, a surpresa do técnico: o porta-copos era o drive do CD!

05.A secretária do setor de desenvolvimento da Fiocruz, sempre depois de usar o computador (qualquer um) ia lavar a mão… Depois de quase um mês, sondaram a causa de comportamento tão higiênico. Resposta: “Todo mundo sabe que computadores vivem cheios de vírus, toda hora vocês acham um novo, como eu não sou boba, lavo a mão depois de usar, afinal eu não quero ficar doente…”

06.Funcionário de suporte por telefone conta que uma mulher ligou com um problema no micro. Ele então perguntou qual a última coisa que estava escrita no monitor. A resposta: “Samsung!”

07.Uma mulher ligou para o suporte técnico da Canon dizendo ter um problema em sua impressora. O técnico perguntou se ela estava rodando sobre o ‘Windows’ (“janela”, em inglês). A mulher respondeu: “não, a mesa do computador fica próxima da porta. Mas é uma boa idéia. O homem que fica na sala ao lado colocou o computador dele próximo à janela, e está funcionando bem!”

08.Ouvido numa loja de computadores.
Cliente: “Gostaria de um mouse pad, por favor”
Vendedor: “Claro, temos uma grande variedade”
Cliente: “Mas será que tem algum compatível com meu computador?”

09.Cliente: “Você pode copiar a Internet para mim neste disquete?”

10.Cliente: “Então você vai me conectar à Internet, certo?”
Vendedor: “Sim”
Cliente: “E você tem a última versão da Internet, certo?”

11.No dia em que a compra de um modem se torna necessário:
Suporte: “Precisamos de um modem”
Diretor: “O que você sugere?”
Suporte: “Sugiro um de 33.600.”
Diretor: “Você está louco… esse é muito caro!”
Suporte: “Tudo bem, podemos comprar o de 28.800.”
Diretor: “Continua caro! Qual é o mais barato?”
Suporte: “Existe o de 2.400, mas é difícil de achar…” (já quase explodindo..)
Diretor: “OK!” – vira para secretária – “Oooo, Fulana, faz um cheque de R$ 2.400,00 para a compra do modem!”

12.O técnico recebe um telefonema:
Usuário: “Oi !!! alo… olha, é que o meu computador não quer ligar de modo nenhum.”
Suporte: “Como?! O que o Sr. esta fazendo? Ligou na tomada?…”
Usuário: “Sim!”
Suporte: “Apertou o botão escrito Power?!…”
Usuário: “Não apertei não. Eu vi o botão turbo e apertei, como vi que não ligou eu girei a chave e pisei no acelerador (leia-se: mouse) pequeninho que estava junto e ai apertei o turbo mas nada…”

13.História verídica de uma grande corporação. Após a instalação do Internet Mail, ao ver a mensagem padrão da Microsoft, o usuário vira radiante para o suporte e exclama: “Puxa, já recebi um e-mail da Microsoft! Esse Bill Gates é demais!”

14.Diretor pergunta para suporte: “Qual a diferença entre um Pentium 90 e um Windows 95?”

15.O usuário liga aflito com problemas de compartilhamento de dados em rede. Numa consulta por telefone, o analista pergunta: “Você consegue enxergar as máquinas em outro aplicativo?”
O novato responde prontamente: “Consigo, de onde eu estou sentado dá para ver as duas”.

16.Usuário: “Eu estava instalando meu Windows 95, mas, aparentemente, o programa parou”.
Suporte: “Há quanto tempo a tela está assim? É normal o programa ficar parado um pouco enquanto o Windows processa a instalação”. Usuário: “Há dois dias”.

17.Durante uma chamada para configurar o Windows, o analista pede:
“Agora você vai clicar com o botão direito do mouse no ícone meu computador”.
Usuário: “Para você é fácil clicar no seu computador. E eu, como faço?”

18.Certo dia liga um cliente com uma dúvida sobre como utilizar um arquivo no Windows 3.1. O atendente pede que primeiro ele abra a uma janela.
O cliente demora um pouco e retorna: “E agora?”
Atendente: “O que o senhor está vendo?”
Cliente: “A rua, oras!”

19.Um usuário de um sistema de computação de Salvador reclama que seu sistema não funciona.
“Vamos lá, meu companheiro, me diga qual é o problema.” “Ó xente, já expliquei uma montanha de vezes… eu ligo o diacho do computador e só vem cebiquim…”
“Vem o quê ?!”
“Cebiquim!!! Vocês não entendem é nada de computador, ó xente!”
Desconcertado, o analista vai para casa e, depois de consultar diversos manuais técnicos, verifica que a mensagem reportada simplesmente não existe… Muito desanimado, comenta o problema com a esposa, também baiana, como o usuário do “cebiquim”.
“Ai o cara vem com essa mensagem… E isso que dá ficar colocando esse pessoal sem experiência para usar tecnologia emergente…”
“Peraí… qual é a mensagem?”
“Cebiquim”
“Ah! Já vi que você não fez o cara soletrar, né?”
A esposa leva o marido ate o micro da casa, dá um boot e logo surge o prompt do DOS.
“Taí o cebiquim” – ela aponta.
Era o C:\

20.Cliente: “Eu estou com um problema no meu sistema e…”
Suporte: “Tente ‘resetar’ a máquina e ligar novamente…”
Cliente: “Como eu faço?”
Suporte: “Aperte a tecla ‘reset’ em seu computador…”
Cliente: “Não tem!”
Suporte: “Então, faca o seguinte: tá vendo a tecla CONTROL?”
Cliente: “Não.”
Suporte: “CTRL”
Cliente: “Ah, tá…” (e mete o dedinho da mão esquerda no tal do CTRL)
Suporte: “Aperta ela, mantém segurada e aperta o ALT…”
Cliente: “ALT ?”
Suporte: “É, do lado direito dela…”
Cliente: “Ah, tá bom…” (e mete o anular da mão esquerda na tal tecla ALT) e agora?
Suporte: “Agora, você aperta a tecla ‘Delete’ ou ‘Del’ do lado direito do teclado…”
Cliente: (segurando o telefone com a mão direita, diz) “Ah, eu não alcanço!!!!!
Passa-se meia hora. O atendente está nervoso, porque o usuário não consegue resolver o problema. Pede então para o usuário sair para o DOS.
Suporte: “Ah, o arquivo não existe? Então, o Sr. dá um DIR aí, para ver se o arquivo não existe mesmo…”
Cliente: “Dar um DIR? Espere um minuto… não está funcionando!” Suporte:
“Como? É só dar um DIR e o senhor consegue ver se existe o arquivo ou não!”
Cliente: “Peraí…” (clep, clep, clep…) “não dá certo…”
Suporte: “Olha, é só o senhor dar um DIR NOMEDOARQUIVO.TXT e ENTER. Tente novamente.”
Cliente: “Peraí…” (clep, clep, clep…) “Ainda não dá certo! Mas afinal, UMDIR é com ‘M’ ou com ‘N’ ??”

(Na realidade não sei se as histórias são realmente reais, mas legais elas são.)

05 agosto 2010

Os 10 principais erros de comunicação cometidos pelos CIOs

Especialistas mostram como o excesso de jargões e uma linguagem técnica arruinam as chances de sucesso dos gestores de TI

Por anos, os CIOs têm lutado contra um estereótipo de alguém que tem problemas de comunicação e não está preparado para falar a linguagem dos negócios ou vender ideias para qualquer pessoa fora de TI. Muitos executivos, no entanto, têm conseguido reverter essa situação com um discurso convincente e que conquista os demais profissionais.

A habilidade dos CIOs para negociar tem ajudado a engajar os principais executivos da organização. Mas, ainda, ocasionalmente, esses gestores de TI cometem erros básicos, como usar uma ‘sopa de letrinhas’ e exagerar nas promessas de resultados.

Vale destacar que os erros de comunicação podem impedir que os CIOs realizem seu trabalho de forma efetiva e ganhem o respeito dos demais executivos. Craig Blad, ex-CIO e vice-presidente da North Star Financial - empresa de assessoria financeira - e que está atualmente em busca de um novo emprego, considera que a pobreza de vocabulário ou o excesso de jargões da TI estimulam desentendimentos e criam barreiras para a aprovação dos projetos.

Em alguns casos,  a comunicação não adequada pode trazer sérios danos para a reputação e a carreira do CIO. “Quando o profissional usa jargões ou uma linguagem muito própria da TI, demonstra que não é capaz”, alerta o consultor em TI e ex-CIO e CTO Peter Kretzman.

Acompanhe os dez principais erros de comunicação cometidos pelos gestores de TI e que precisam ser evitados a qualquer custo:

1.    Uso de jargões

Utilizar termos técnicos com profissionais que não estão em TI é o mais óbvio e comum erro cometido pelos CIOs e suas equipes. Ao utilizar um jargão, o executivo demonstra conhecimento limitado – inclusive da pessoa com a qual está conversando –, informa a presidente da consultoria em comunicação Lundberg Media, Abbie Lundberg.

“É comum que as pessoas com conhecimentos técnicos, como tecnologia, se comuniquem de uma forma própria”, pontua Abbie, que acrescenta: “Os tecnólogos, em particular, precisam estar muito conscientes disso.”

2. Queixar-se de problemas técnicos

O CIO da escola de negócios Harvard Business School, Stephen Laster, lembra de uma conversa que ele teve recentemente com os principais líderes da companhia. O executivo entrou na reunião e iniciou uma discussão sobre a dificuldade de lidar com sua equipe, a qual estava enfrentando problemas técnicos no data center.

“Enquanto eu falava, entrei muito a fundo em uma questão específica do meu departamento. E o que os demais absorveram [da reunião] foi que eu tinha um monte de problemas. Assim, o máximo que consegui foi deixar as pessoas nervosas”, analisa.

Laster afirma que, após a reunião, seu chefe se aproximou dele e explicou que trazer para os demais profissionais questões específicas da TI só serviu para deixar todos preocupados e abalar a confiança deles no departamento de tecnologia. “Ele me disse que isso não significa que não posso trazer problemas para os demais, mas deveria fazer isso com uma linguagem que todos pudessem entender e colaborar com ideias", detalha o CIO.

3. Falar como alguém comercial

Peter Kretzman, que também escreve um blog sobre as perspectivas do CIO (http://www.peterkretzman.com/), conta que tem visto muitos executivos das áreas de negócio migrarem para posições de liderança em TI e tratar os profissionais de tecnologia como se fossem pessoas de vendas.

Assim, adotam termos motivadores na hora de delegar tarefas à equipe, o que não surte qualquer efeito, uma vez que as pessoas com formação técnica tendem a não ser estimuladas dessa forma, alerta.

O CIO precisa falar com sua equipe usando a linguagem mais apropriada a ela. Caso contrário, o líder virará um motivo de piadas e perderá o respeito dos profissionais, considera Kretzman.

4. Atenção às palavras

Quando as pessoas estão em um bar com amigos, podem usar qualquer termo. Contudo, algumas palavras, quando levadas para dentro do escritório, podem resultar em demissão. E Kretzman conta que já foi protagonista desse tipo de situação.

Ele lembra que o fato ocorreu durante uma das suas primeiras reuniões como CTO de uma companhia. Antes, a pessoa responsável pela TI da empresa era um jovem técnico, que tinha crescido dentro da organização. Durante um encontro com Kretzman e com outros seis gerentes de projeto, esse jovem profissional usou a seguinte frase: “Você precisa subir essas escadas e dizer aos executivos de negócios que eles se f*&$”, lembra o executivo que, alguns dias depois, foi dispensado por problemas de comportamento.

5. Falhar nas perguntas

“Grandes CIOs fazem perguntas interessantes e realmente escutam as respostas”, diz Abbie Lundberg. Ela defende que a capacidade de questionar os demais de forma adequada é uma competência crítica para um gestor de TI por três razões: provocar informações e ideias importantes; engajar os interlocutores; e ajudar a construir relações com as demais pessoas.

“A razão para um monte de pessoas não fazer isso é porque tem medo de demonstrar que não sabem as respostas para as perguntas", pontua a especialista.

6. Impor ideias brilhantes sem convencer as pessoas

Os CIOs tendem a ser muito confiantes em suas ideias de como implementar as melhores tecnologias. Mas, muitas vezes, esquecem de olhar para as pessoas ao redor – suas equipes e o resto da empresa – com o intuito de buscar um consenso. Nessas horas, vem à tona o pensamento: “ninguém pode saber melhor do que eu sobre esse assunto”.

O CIO da Harvard Business School relata que ele cometeu esse erro quando seu departamento de TI estava analisando uma nova plataforma tecnológica e a arquitetura para suportá-la. Laster sabia que sua abordagem era a mais adequada, mas ele deu andamento a ela sem dar o tempo para que seu time se preparasse para a abordagem.

O resultado? “Perdemos alguns meses no processo. Tivemos de voltar atrás e reavaliar de que forma estávamos fazendo o trabalho”, conta o executivo, ao destacar que o "por que" pode ser mais eficiente do que apenas preocupar-se com o "o que" na hora de delegar uma tarefa.

7. Usar técnicas assustadoras para convencer os demais

Quando tentam explicar por que certos investimentos em tecnologias precisam ser realizados, alguns CIOs erram ao exagerar ou simplificar demais os pontos para deixar claro que os executivos de negócio não entendem de TI, afirma Kretzman. Por exemplo, para conseguir investimentos em um novo hardware, alguns profissionais usam frases como: “precisamos comprar dez novos servidores amanhã, se não quisermos parar as operações.”

O problema com esse exagero é que ele faz crescer nas pessoas de negócio a sensação de que elas viraram reféns da TI. Para evitar isso, o CIO deve, sempre que for buscar recursos para solucionar uma questão técnica, apresentar algumas alternativas, com prós e contras, para que essa seja uma decisão tomada em conjunto. E o mais importante é focar no que realmente interessa para a corporação: o impacto financeiro, para os negócios e para os clientes.

8. Excesso de confiança

Mesmo que os fatos sejam críticos em qualquer apresentação de investimentos em TI, os CIOs não deveriam confiar demais neles, diz Abbie Lundberg. Os gestores que não têm muita credibilidade perante os demais executivos da organização sempre buscam apresentação de números e análises quando estão apresentando um business case (caso de negócios) de tecnologia. O que é um equívoco, aponta a especialista, ao justificar que as pessoas demandam de alguma conexão emocional para aprovar as iniciativas.

“O que eles precisam realmente fazer é contar uma história e estimular a imaginação das pessoas que estão tentando convencer. Basicamente, a todo momento estamos buscando mudar a opinião de alguém”, pontua Abbie. “Mas isso é algo que o CIO, que tem formação em tecnologia, enfrenta muita dificuldade”, acrescenta.

9. Não explicam adequadamente o valor da TI

Todo CIO sabe que é seu dever explicar o valor da TI em termos de negócios, mas, algumas vezes, isso não representa algo simples. “Em várias ocasiões, quando o gestor de TI fala sobre tecnologia para as áreas de negócio, ele só está pulando uma etapa do que realmente isso vai trazer de valor," afirma Abbie Lundberg.

Como exemplo, ela cita que os CIOs podem dizer ‘vamos conseguir ter essa informação em particular por que temos essas ferramentas de business intelligence’. Quando eles deveriam dar um passo atrás e explicar como a informação obtida pelo BI pode fazer diferença para o negócio, por meio de aumento das vendas ou melhor atendimento ao cliente.

10. Fazer apresentações cansativas

“As pessoas usam o Power Point de forma muito ruim”, lamenta Abbie Lundberg. As apresentações exageram no número de slides, no excesso de tópicos e apresentam muitas informações.

Abbie aconselha que, para ser eficiente, a apresentação em Power Point deve focar na audiência e no que ela deve considerar ou aprender.
A especialista aconselha que os CIO pensem em alternativas às apresentações tradicionais por meio de demonstrações práticas, por exemplo, e que permitam à audiência entender e interagir com o que está sendo falado.

Fonte: CIO

04 agosto 2010

Cyber-shots 3D chegam ao Brasil em outubro

E não é que o 3D nas câmeras digitais não vai demorar tanto para chegar ao Brasil? Embora os lançamentos da Sony não sejam câmeras com duas lentes e visores 3D, elas já conseguem fazer fotos em três dimensões usando o mesmo hardware de uma câmera digital simples com modo panorama. Em outubro, estarão prontas para invadir o país.
Os mesmos modelos anunciados lá fora vão ganhar vida nas prateleiras brasileiras: as Cyber-shot DSC-WX5 (acima) e a DSC-TX9 (abaixo). As duas terão o modo 3D Sweep Panorama, que faz vários retratos do mesmo objeto enquanto o fotógrafo move a máquina para os lados. A máquina capta cerca de 100 frames por segundo, conforme informações da Sony, e usa um software para entrelaçar diferentes imagens e obter o efeito 3D.

Preços não foram divulgados, mas lá vão os valores em dólares válidos no exterior: 396 dólares para a WX5 e 509 dólares para a TX9. Mais cara, a TX9 tem lentes Carl Zeiss e zoom óptico de 4x, enquanto a mais barata, WX5, tem lentes Sony-G e zoom óptico de 5x. As duas filmam em full HD e têm 12.2 megapixels de resolução.

A experiência de usar uma é até que fácil. Depois de selecionar o modo 3D, é preciso apertar uma vez o botão e movê-la lentamente e em velocidade constante para os lados – senão a câmera reclama e não consegue fazer a foto. Uma barra embaixo da tela mostra quanto o usuário ainda pode mover a câmera. Ver o resultado só é possível numa TV 3D, o que significa desembolsar uma boa grana também em óculos.

03 agosto 2010

Cloud computing: teoria esbarra na realidade - Gestão - COMPUTERWORLD

As discussões sobre cloud computing (computação em nuvem) e o interesse dos executivos de TI em saber mais sobre o tema crescem a cada dia. Contudo, esse modelo representa uma realidade apenas para uma pequena parcela das empresas e ainda divide opiniões.

Diversos estudos sobre computação em nuvem deixam claro a sensação de que, na prática, muito pouco ainda tem sido investido pelas empresas. Um exemplo é o relatório da fornecedora de soluções baseadas em cloud computing Savvis, realizado a partir de pesquisas com 600 decisores de TI. O levantamento mostra que 68% dos executivos acreditam que o modelo poderia ajudar a amenizar os efeitos da crise econômica e 15% acreditam que a solução permitiria uma redução nos custos com tecnologia. Contudo, 70% dos entrevistados só esperam aderir à nuvem em um prazo de dois anos.

Entre os argumentos para não adotar imediatamente a computação em nuvem, 76% dos executivos afirmam que esse modelo dificulta o acesso ao ambiente e, por consequência, não permite a rápida implementação de projetos inovadores.

Para o analista da consultoria Gartner Mark McDonald, quando se analisa a adoção de cloud computing, o mercado está dividido em três grandes grupos de perfis de departamentos de TI: ricos, pobres e medianos.

No caso dos ricos, que concentram cerca de 22% das empresas, eles têm um orçamento maior mas, o mais importante, apresentam uma área melhor estruturada. Assim, investem pesado na modernização, bem como em iniciativas inovadoras. E quando olham o cloud computing, enxergam mais do que um simples corte de custos. Eles enxergam esse modelo como uma forma de desenvolver novos aplicativos e oferecer um valor estratégico às unidades de negócio.

Já os pobres, que correspondem à metade das organizações, em contraste, não tem um orçamento e um foco orientado a reduzir custos. Em outras palavras, estão mais preocupados em uma gestão eficiente do que em buscar inovações. Para McDonald, o cenário pode não ser agradável para esse tipo de departamento de TI, que tende a tornar-se irrelevante para o resto da companhia e deve perder cada vez mais o espaço dentro do atual cenário de negócios.

Sinal de alerta

Se a avaliação do analista do Gartner estiver correta, o estudo da Savvis demonstra que boa parte das empresas pode estar equivocada na análise do uso da computação em nuvem. Isso porque, dois terços delas acreditam que o principal benefício da migração para cloud é conseguir uma economia de recursos. Enquanto McDonald defende que a TI precisa enxergar esse modelo como uma forma de agilizar os projetos e atender às demandas das áreas de negócio, com um custo adequado.

Google fecha acordo para uso de energia eólica em data centers

O contrato, válido por 20 anos, prevê o fornecimento de 114 Megawatts a um preço fixo.

Uma companhia que fornece energia eólica em Iowa, nos Estados Unidos, divulgou a assinatura de um contrato de 20 anos com a Google. O acordo, que passa a valer a partir de 30 de julho, tem como objetivo abastecer os data centers da companhia com uma energia considerada limpa, ou seja, com menos impacto para o meio ambiente.

O acordo prevê o fornecimento de 114 Megawatts de energia eólica a um preço fixo”, afirma o vice-presidente sênior de operações Google, Urs Hoelzle.

De acordo com o executivo, com um preço predeterminado, a Google quer se proteger contra flutuações nos custos de energia. Ao mesmo tempo, ele ressalta que, em longo prazo, o contrato deve servir de estímulo para que outras companhias sigam o exemplo de sustentabilidade. “É mais um dos casos em que vestir a camisa verde é algo razoável”, diz Hoelzle, sem divulgar o total investido.

Em maio deste ano, a Google injetou quase 40 milhões de dólares em duas instalações de energia eólica localizadas no território da Dakota do Norte, e pertencentes à empresa NextEra Energy. O contrato firmado hoje (20/7) é com uma empresa ligada ao grupo NextEra.

A companhia afirma dominar o contingente de moinhos de vento, responsáveis pela transformação do movimento das pás em energia elétrica, nos Estados Unidos. Com 9 mil unidades em funcionamento, a empresa tem capacidade para gerar 9.6 mil megawatts.

“Ao optar pela compra dessa quantidade de energia por um prazo longo, damos à empresa de energia a certeza financeira de que ela precisa para expandir suas operações”, afirma Hoelzle no blog da Google. “A dificuldade de geradores de energia renovável em obter financiamentos é um dos empecilhos na expansão dessa tecnologia renovável”, finaliza.

Hoelzle também dá a entender que utilizar essa alternativa energética não foi algo simples. Segundo ele, o governo mantém regras rígidas no controle sobre o comércio de energia.

A compra foi realizada por meio da subsidiária Google Energy. Estabelecida em dezembro e autorizada pelo governo norte-americana, a empresa está apta a participar do comércio atacadista de energia elétrica. Contudo, a Google não pode usar a energia comprada sem antes disponibilizá-la ao mercado local.

Grupos de internet como a Google, o Facebook e a Yahoo! têm sido alvo constante de críticas de ambientalistas, principalmente do Greenpeace.


Por: James Niccolai
Fonte: IDG NOW

02 agosto 2010

Hackers criam software para atacar Android

SÃO PAULO - Dois especialistas em segurança distribuíram uma ferramenta de ataque a smartphones que usam o sistema operacional Android, do Google.



O objetivo seria convencer fabricantes a consertarem um bug que permite crackers ter acesso os e-mails e mensagens de textos do usuário.

Segundo informações da Reuters, os responsáveis foram Nicholas Percoco, chefe do Spider Labs, e outro colega. A ferramenta foi distribuída em DVD nesta sexta-feira na conferência de hackers Defcon, realizada em las Vegas.

O trabalho teria levado apenas duas semanas e os testes de ataque foram conduzidos em aparelhos da HTC (Legend e Desire). O software malicioso é uma ferramenta que, uma vez instalada, permite ao desenvolvedor ter controle total do Android.

Fonte: Segurança - Notícias - INFO Online

Coloque imagens de líquidos em movimento no PC - Download da hora - Downloads INFO


O 3D Motion Theme é um belo tema para Windows 7. Em sua composição, o tema oferece ao usuário dez imagens para plano de fundo, mudança no padrão de sons do Windows e mudança nas cores das janelas. As imagens de plano de fundo são de líquidos, em sua maioria água, em movimento, paralisadas pelo momento do clique da foto.

Baixe o 3D Motion Theme no Downloads INFO.

Fonte: Info

31 julho 2010

Refotografia Computacional

Refotografia Computacional é um nome dado para fotos tiradas a partir do ponto de vista exato como de uma fotografia antiga. Ver ambientes da sua cidade como eram há muitas décadas atrás, é fascinante, e se as pessoas são boas o suficiente para tirar uma nova versão, você pode apreciar as diferenças dos lugares que você nunca viu. No Flickr e um site chamado Historypin, você pode ver as fotos antigas alinhadas sobre o novo, como uma janela para o passado.
Pesquisadores do MIT descobriram uma maneira de automatizar o processo. Atualmente, eles usam um laptop para fazer o trabalho pesado. O sistema compara a cena em frente à câmera com uma foto histórica. Em seguida, ele trabalha a diferença entre os dois e dá as instruções do fotógrafo: “um pouco pra cima, um pouco mais pra esquerda.” De acordo com este resumo sobre refotografia parace fácil, mas é muito mais complicado do que parece.

O fotógrafo Sergey Larenkov usa refotografia computacional para sobrepor a Segunda Guerra Mundial e seus respectivos ambientes modernos.

http://sergey-larenkov.livejournal.com



IBM cria o mais detalhado mapa do cérebro até então | Gizmodo Brasil

17:00 - 30 de Julho de 2010
Por Kyle VanHemert


Mapa feito pela IBM. (Fonte: GIZMODO)

Em um artigo publicado no início da semana, pesquisadores da IBM mostraram enormes avanços no mapeamento da arquitetura do cérebro, traçando três vezes mais ligações do que qualquer outro estudo. Para onde esse mapa nos leva? Para o futuro da computação cognitiva.

Especificamente, o estudo traçou as conexões de longa distância no cérebro de um macaco, as chamadas “rodovias interestatudais”, que transmitem informações entre áreas distantes do cérebro. Segundo um dos pesquisadores:

Agora podemos ter uma visão sem precedentes sobre a forma como a informação viaja e é processada através do cérebro... um salto tanto para pesquisas fundamentais e aplicadas em neurociência e computação cognitiva.

O mapa mostra 6.602 conexões de longa distância entre 383 regiões diferentes do cérebro, permitindo que os pesquisadores entendam melhor do que nunca como e para onde o cérebro manda as informações.

Tais informações permitirão que os cientistas criem análises teóricas mais precisas – usando o mesmo tipo de projeções que otimiza os sistemas de buscas ou buscas em redes sociais – que serão essenciais na criação de chips de computadores que possam guardar mais informações sobre o imenso poder computacional que nosso cérebro tem e navegar em sua complexa arquitetura.

E, claro, é fantástico perceber que todo esse trabalho está sendo feito para mapear a vasta e misteriosa região que está dentro da sua cabeça nesse exato segundo. [KurzweilAl]